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Rede Cidadã: mais de 98.572 pessoas inseridas no mundo do trabalho. Certificada Cebas.
Rede Cidadã Rede Cidadã 19 anos, Brasil, Argentina, Colômbia, Peru, México, EUA

Rede Cidadã - Quem somos

_ Quem somos

A Rede Cidadã foi criada em 2002 para formar uma rede social real que integrasse ações complementares, gerando sinergia entre três setores da economia e integrando o trabalho voluntário. O objetivo da organização sempre foi criar soluções de geração de trabalho e renda para pessoas da base da pirâmide e desde a sua fundação, a Rede Cidadã já inseriu 97.711 pessoas no mundo do trabalho.

Quem somos

A Rede Cidadã é uma Entidade de Assistência Social que desenvolve programas e projetos de forma continuada, permanente e planejada. Somos uma das primeiras organizações a investir no trabalho social em rede e desde 2002 reunimos sociedade civil, empresas, órgãos públicos, organizações sociais e voluntários, para trazer soluções em geração de trabalho e renda.

Nossa organização se destaca por investir não apenas na formação técnica de quem participa de seus cursos. Entendemos que tão importante quanto isso, é o resgate dos sonhos das pessoas e seu desenvolvimento socioemocional e comportamental. Para nós, vida e trabalho são um só valor e devem andar juntos para promover a realização profissional e pessoal do ser humano.

Atuamos na área de Assistência Social, prestando atendimento prioritariamente aos usuários descritos na Lei nº 8.742/1993 – Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS). Em conformidade com o conjunto normativo que rege a Política Nacional de Assistência Social, a Rede Cidadã milita na causa da inclusão social de pessoas em situação de vulnerabilidade, prevenindo riscos sociais e pessoais, sem discriminação, de modo totalmente gratuito. As ofertas socioassistenciais promovem a integração ao mundo do trabalho, com proteção social e garantia de direitos, nos termos da Resolução do Conselho Nacional de Assistência Social-CNAS nº 33/2011.

Diante do cenário preocupante imposto pela pandemia de Covid-19, ficou ainda mais evidente a importância das políticas públicas que apoiassem as famílias mais afetadas, seja nas questões sociais ou econômicas. A Rede Cidadã, atenta a essas necessidades, buscou se reinventar em seus programas e projetos, de modo a minimizar os impactos gerados pela pandemia.

Pesquisas mostraram que manter o foco apenas nas questões que afetaram a economia, gerados pelo elevado índice de desemprego, não seria eficaz para garantir a oferta regular de serviços e programas socioassistenciais voltados à população mais vulnerável e em risco social. Foi necessário reestruturar as ações para manter a promoção da integração ao mundo do trabalho, incrementando-as e modificando-as, mesmo que temporariamente, enquanto perdurar o período pandêmico.

Com o fechamento das escolas, em cumprimento às medidas de segurança sanitária, houve uma grande preocupação com a Educação Básica, principalmente nas escolas públicas em todo país. Nessa ocasião, algumas instituições ainda não haviam iniciado as aulas na modalidade da Educação de Jovens e Adultos. A solução encontrada para resolver o problema foi a implementação das aulas remotas emergenciais e, a partir dessa decisão, surgiram vários questionamentos em relação à precariedade estrutural das escolas públicas, que não acompanham o  desenvolvimento da tecnologia. Assim, assistimos, através dos meios de comunicação, à triste realidade enfrentada pelos estados e municípios ao tentarem dar continuidade às aulas para a população que depende do ensino público em meio à pandemia.

A tentativa de implementação das aulas online descortinou as desigualdades sociais graves que já fazem parte do cotidiano da população vulnerável. Dessa forma, o ensino remoto durante a pandemia constitui um grande desafio para os profissionais da educação, pois a maioria não estava, e continua não estando, preparada e não tinha, e continua não tendo, as ferramentas adequadas para dar início ao trabalho. Para grande parte dos estudantes, o acesso às aulas remotas se tornou um pesadelo pela falta de dispositivos eletrônicos, recursos computacionais e
internet banda larga. A educação é um direito humano e social e, por isso, ela deve ser de qualidade em todos os aspectos, com aportes tecnológicos adequados nas escolas e nas mãos de estudantes e professores motivados.

História

A Rede Cidadã foi criada em 2002 para formar uma rede social real que integrasse ações complementares, gerando sinergia entre três setores da economia e integrando o trabalho voluntário. O objetivo da organização sempre foi criar soluções de geração de trabalho e renda para pessoas da base da pirâmide e desde a sua fundação, a Rede Cidadã já inseriu mais de 88.000 pessoas no mercado de trabalho.

Propósito

Promover desenvolvimento humano e social, para a integração ao mundo do trabalho, unindo empresas, sociedade civil e poder público.

Visão

Integrar vida e trabalho, um só valor.

Valores

Empatia, método, colaboração, compromisso, empreendedorismo.

Sobre a Rede
Fundação 2002
Áreas de atuação Empoderamento econômico, inclusão, educação, capacitação, crianças e jovens.
Número de funcionários 263
Número de voluntários 2.704 (número acumulado)
Taxa de giro de pessoal 38% in 2019
Renda do último ano USD 10,143,868
Renda do Ano Anterior USD 9,514,852
Deficit USD 57,833,794
Últimos ativos líquidos USD 6,530,840
Banco de Talentos
Banco de Talentos

É um sistema que agrupa os participantes dos nossos projetos e programas considerados aptos para o encaminhamento ao mundo de trabalho, destacando o perfil de competências e as áreas de talento de cada um dos futuros candidatos às vagas disponibilizadas pelas empresas parceiras.